De Salve Jorge a 22 de Outubro de 2007 às 20:33
Seu íntimo mistério
E meu mais caro despautério
Um desvario inconsequente
Que me invade
Me faz indolente
Quase um marquês de Sade
Sedento do teu ventre
De correr teu corpo rente
Respirando em sua nuca
Deixando-a maluca
Desconcertanto sua mente
Deixando-a ardente
Fazer queimar teu desejo
Invadir-te num beijo
E morrer eternamente em seu íntimo...


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